Ontem, me dei o trabalho de assistir ao jogo entre Palmeiras e São Paulo. Mesmo não querendo que nenhum dos dois times fosse pra final, tinha que torcer contra algum deles e, sem dúvida, foi o São Paulo.
São Paulo esse que, apesar de nos emprestar o estádio, já nos aplicou belas goleadas. Isso sem contar as inúmeras vezes que derrubou algum técnico do alvi-negro. Mas isso não vem ao caso.
Torci pro Palmeiras, não só por ter prometido pra uma pessoa, mas também porque ele merecia mais do que o São Paulo. Faz tempo que ele não ganha nada (10 anos) então, além da promessa, estava com pena. Sendo que, o palmeirense é mais humilde na comemoração de um título, logo, o barulho vai ser menor, ou não, se o jejum se mantiver.
O jogo foi disputado em alguns momentos, nos outros, o Palmeiras dominou. Dominou com tranquilidade, como o Léo Lima, antes de chutar o pombo-sem-asa na meta do goleiro-artilheiro. Se por um lado o SP tava desesperado, o Palmeiras se dava ao luxo de não pressionar tanto.
O gás pouco influenciou dentro de campo e na volta, o SP continuava igual, assim como o Palmeiras. Mas o mandante estava na frente. Estava na frente e com Valdívia que, pra variar, sofreu uma falta e (com sorte) expulsou o zagueiro pó-de-arroz. Se com 11 o SP estava dominado, com 10, o Palmeiras literalmente sobrou.
O ex-técnico corinthiano fez uma substituição dupla, e a dupla que entrou com todo gás, fez o jogo melhorar pro alvi-verde. Num simples escanteio a favor do SP, o Palmeiras roubou a bola e partiu no contra-ataque certeiro. Com direito a gol, comemorações/provocações e a vaga na final.
E o SP?
Vai continuar colocando a desculpa no gás e no apagão sem propósito. Por falar em apagão, por onde esteve o Adriano, o tal "imperador"? Ele entrou em campo?
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Como sempre, prevaleceu a lógica.
elaborado por Moco às 4:10 PM
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